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Exame de Qualificação – Aluna: Mayara Scandar Solon

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Título: HIpofrontalidade no transtorno do déficit de atenção e hiperatividade: estudo comparativo.

Exame de Qualificação – Aluna: Mayara Scandar Solon
Banca: Profs. Drs. Erikson Felipe Furtado (Presidente), Sonia Regina Loureiro e Clarissa Mendonça Corradi Webster.

Data: 27.02.18
Horário: 9h00
Local: Sala 01 – localizada no Prédio da Saúde Mental – 1o. andar.


Exame de Qualificação – Aluna: Marianna Ramos e Oliveira

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Título: Depressão materna e práticas educativas: associações com os problemas comportamentais de crianças diferenciadas pelo sexo.

Exame de Qualificação – Aluna: Marianna Ramos e Oliveira
Banca: Profs. Drs. Sonia Regina Loureiro (Presidente), Claudia Maria Gaspardo e Sonia Regina Pasian.

Data: 22.02.18
Horário: 10h00
Local: Sala 01 – localizada no Prédio da Saúde Mental – 1o. andar.


O outro lado da ayahuasca (Revista Pesquisa Fapesp)

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O outro lado da ayahuasca

Em testes iniciais, equipes de Natal e Ribeirão Preto avaliam ação antidepressiva de chá feito de folhas de arbusto e casca de cipó da Amazônia.

De tempos em tempos, surge uma onda de otimismo, quase sempre frustrada, acerca da possibilidade de uso de compostos psicodélicos para tratar problemas de saúde mental. Extraída de plantas ou sintetizada em laboratório, essas substâncias costumam alterar a percepção da realidade e as emoções e causar uma sensação de bem-estar, além de poderem provocar episódios de ansiedade com menor frequência. A disseminação de seu uso recreativo nos anos 1960 pelos movimentos de contracultura levou as autoridades sanitárias a proibir o acesso a esses compostos em muitos países – alguns permitem o uso restrito em pesquisas. A onda atual de entusiasmo ganhou força nos últimos anos com a publicação de resultados promissores de estudos mais bem planejados e realizados com mais rigor, ainda que com poucos participantes, para avaliar a segurança e a eficácia dos psicodélicos – alguns naturais, como a psilocibina e a ayahuasca; outros sintéticos, como a cetamina (ver reportagem).

“A psiquiatria necessita de novos medicamentos porque muitos dos que existem hoje não apresentam boa eficácia contra certos casos de depressão”, afirma o psiquiatra Jaime Hallak. Ele é professor na Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (USP-RP) e coordena uma rede de pesquisadores que investiga o potencial terapêutico dos psicodélicos. Um dos compostos avaliados pelo grupo é a ayahuasca, produzida a partir do cozimento de folhas do arbusto Psychotria viridis, conhecido como chacrona, e da casca do cipó Banisteriopsis caapi, também chamado de mariri. Usada por povos indígenas da Amazônia em rituais de cura espiritual, a ayahuasca foi incorporada a partir dos anos 1930 em cerimônias de seitas religiosas criadas por seringueiros – Santo Daime e União do Vegetal, no Acre, e Barquinha, em Rondônia. Nos anos 1980 passou a ser consumida em outras partes do mundo. No Brasil, seu uso é considerado legal desde 1987 para fins ritualísticos. Mais recentemente, começou-se a analisar a potencial ação antidepressiva dessa bebida, embora seu consumo ainda esteja longe de poder ser indicado como tratamento para depressão.

Leia a matéria completa em:

http://revistapesquisa.fapesp.br/2019/01/10/o-outro-lado-da-ayahuasca/


Defesa de Mestrado – Aluna: Stephanie Martins de Faria

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Título: Efeitos da administração aguda do Canabidiol na ansiedade e nos tremores induzidos pelo teste de simulação de falar em público em pacientes com doença de Parkinson.

Defesa de Mestrado – Aluna: Stephanie Martins de Faria
Banca: Profs. Drs. Marcos Hortes Nisihara Chagas (presidente), Antonio Waldo Zuardi, Moacir Antonelli Ponti, Henrique Ballalai Ferraz.

Data: 12.02.18
Horário: 9h00
Local: Anfiteatro da Seção de Pós-Graduação, Rua Pedreira de Freitas, casa 2..